A Pipoca entrou na fase dos testes, já fez o das tabuadas e tirou 100%.
Digo-lhe eu: - Vês quando fazes as coisas com atenção tens tudo bem...
- Eu estava era nervosa...
- Pois, e com atenção
- Não, estava só nervosa.... Agora já sei, vou fazer tudo nervosa!
30 janeiro 2008
Ainda os sonos
Ontem só acordou duas vezes... hoje veio para a nossa cama, mas depois levei-a para a caminha dela e lá ficou sossegadita.
27 janeiro 2008
Sono
Ando cansada, com muito sono.
A Pipoquinha desde o Natal tem-nos dado noites péssimas.
Normalmente, a meio da noite ela mete-se na nossa cama, mas depois pomo-la na dela e ela fica a dormir sossegada.
Desde o Natal, não tem sido assim...
Só quer dormir comigo, ou na minha cama ou eu na dela.
Chora antes de adormecer, chora a meio da noite...
E que choro, desesperado, aflitivo.
Acorda a Pipoca... (esta, na Sexta adormeceu na aula de música...)
Chegou a um ponto, que mal acaba de jantar, começa a chorar a dizer que não quer dormir sozinha.
Durante dias queixou-se de dores de barriga, pouco comia e recusava tudo que era gulodice.
Fomos com ela à pediatra, na segunda, e esta aconselhou-nos a dar-lhe um sedativo, pois segundo ela, a Pipoquinha já está num estado tal de ansiedade que não consegue mesmo dormir.
Tentamos evitar o sedativo, mas não foi possível.
Ontem, mal escureceu, veio para o meu colo a chorar, a pedir que dormisse com ela. Como o cenário se afigurava catastrófico, resolvemos ir comprar o dito.
Tomou-o e adormeceu em 2 minutos... mas a meio da noite houve forró na mesma...
Dormiu a manhã toda, até ao meio dia.
Como a cisma é comigo, já pensei em ir dormir fora de casa; já pensei em alterar a decoração toda do quartinho delas, já lhe dei uma boneca de pano grande para dormir com ela, já juntamos as duas camas...
Vamos ver como corre hoje...
E vou aproveitar, este bocadinho para dormir... pelo menos até às 1H/1,30H...
23 janeiro 2008
Como não fui desta para melhor... ou pior
17 janeiro 2008
Conversas ao telefone
Ontem tive um jantar, e telefonei para casa a saber como estvam as coisas, conversa delas:
Pipoca:
- Amanhã posso perguntar à professora quando é que podes ir lá?
- Podes, mas para quê?
- Para saberes com eu estou, se tenho aprendido as coisas e isso assim...
Pipoquinha:
- Hoje à noite vais portar-te muito bem, e dormir na tua caminha?
- Ó mãe, desliga que estás a gastar batiria...
Cheguei a casa e tinha o meu lugar na cama ocupado...
Pipoca:
- Amanhã posso perguntar à professora quando é que podes ir lá?
- Podes, mas para quê?
- Para saberes com eu estou, se tenho aprendido as coisas e isso assim...
Pipoquinha:
- Hoje à noite vais portar-te muito bem, e dormir na tua caminha?
- Ó mãe, desliga que estás a gastar batiria...
Cheguei a casa e tinha o meu lugar na cama ocupado...
16 janeiro 2008
Crise
Não sei o que se passa com a Pipoquinha...
Desde o Natal que se queixa de dores de barriga e cada dia que passa está mais agarrada ao pai e (principalmente) a mim.
Não quer dormir na cama dela, chora para adormecer, e passa a noite a meter-se na nossa cama.
Não deixa ninguém dormir, a Pipoca anda cansada, eu ando cansada, o Pai anda cansado.
Diz que gosta muito de mim e que quer estar sempre à minha beira, diz que tem medo dos ladrões, diz que tem medo de acordar e julgar que está numa selva, diz que gosta de dormir com muita gente...
Não quer ir para a escola, fica ansiosa quando começa a hora de ir embora e o avô não chega...
Pede para ficar comigo o dia todo.
Já falei com a educadora que disse que tirando ela se queixar de dor de barriga passa o dia bem, só comçando a ficar nervosa quando os outros meninos começam a sair ( às 15,30, ela sai por volta das 16,00h)
Vamos experimentar ir buscá-la as 15, 30 horas para ver se esta fase passa e se voltamos a dormir lá em casa!
06 janeiro 2008
Enquanto o Pai esteve fora,
As Pipoquinhas dormiram comigo na minha cama, eu no meio e uma de cada lado.
Uma noite estavamos a ver televisão e pergunta-me ela: Vês mamã? Eu não te tapo?
Chorei a rir porque nem uma mossinha aparecia nos lençois e ela com medo de me tapar a visão com as pernitas!
Uma noite estavamos a ver televisão e pergunta-me ela: Vês mamã? Eu não te tapo?
Chorei a rir porque nem uma mossinha aparecia nos lençois e ela com medo de me tapar a visão com as pernitas!
Eu explico melhor: Quem está do lado esquerdo da cama não pode dobrar os joelhos, se não o outro não vê a televisão. Normalmente de manhã há discussão entre elas porque a Pipoca quer dobrar os joelhos e não pode porque a irmã está do lado direito.
03 janeiro 2008
Das Festas
O Natal foi murchito porque a Pipoca ficou doente, na véspera de Natal, mal se tinha em pé cheia de febre (39,5º) que não passava com nada, com muitas dores de cabeça e enjoada. Só arrebitou um bocadito na altura de ver as prendas que o Pai Natal lhe deixou... No dia de Natal estava caidita, mas praticamente sem febre.
A Ano Novo lá entrou, e nós festejamo-lo bem na companhia de amigos, em Arco do Baúlhe. As Pipoquinhas estiveram acordadas até tarde, e depois de terem ido para a cama, ao contrário do que aconteceu há 2 anos, depois de irem para a cama dormiram a noite toda!
(Ah... dizem que eu estava animada... e estava... e muito bem disposta, tanto que "obriguei" duas criaturas a fazerem-me companhia até às sete e meia da manhã!)
A Ano Novo lá entrou, e nós festejamo-lo bem na companhia de amigos, em Arco do Baúlhe. As Pipoquinhas estiveram acordadas até tarde, e depois de terem ido para a cama, ao contrário do que aconteceu há 2 anos, depois de irem para a cama dormiram a noite toda!
(Ah... dizem que eu estava animada... e estava... e muito bem disposta, tanto que "obriguei" duas criaturas a fazerem-me companhia até às sete e meia da manhã!)
02 janeiro 2008
Dos Anos
31 dezembro 2007
21 dezembro 2007
20 dezembro 2007
Adoro
Que aos 8 anos, ainda
- nos trates por Mamã e Papá.
- acredites no Pai Natal
- não tens pressa de crescer, e gostes de ser pequenina
- nos trates por Mamã e Papá.
- acredites no Pai Natal
- não tens pressa de crescer, e gostes de ser pequenina
18 dezembro 2007
Parabéns Pipoca
17 dezembro 2007
Motas
O acidente que eu tive e que me tem dado que fazer, foi de mota.
Noutro dia, a Pipoca disse-me que quando for grande não vai andar de mota, para não ficar como eu. A Pipoquinha que estava a ouvir a conversa também disse:
- Eu quando for grande vou andar de mota, xó que não vou ter um acidente, para não ficar como tu!
Noutro dia, a Pipoca disse-me que quando for grande não vai andar de mota, para não ficar como eu. A Pipoquinha que estava a ouvir a conversa também disse:
- Eu quando for grande vou andar de mota, xó que não vou ter um acidente, para não ficar como tu!
12 dezembro 2007
Liquidos
A Pipoquinha de há uns tempos para cá tem-me dito de forma constante: eu tenho que tomar muitos liquidos!
Ontem lá me disse ela novamente:
-Eu tenho que tomar muitos liquidos, não é?
- É...
- E então quando é que me vais dar os liquidos?
Só depois me lembrei que quando ela esteve doentita o médico disse-me que ela devia tomar muitos liquidos... e desde essa data até ontem ela estava à espera de tomar os mesmos!
Ontem lá me disse ela novamente:
-Eu tenho que tomar muitos liquidos, não é?
- É...
- E então quando é que me vais dar os liquidos?
Só depois me lembrei que quando ela esteve doentita o médico disse-me que ela devia tomar muitos liquidos... e desde essa data até ontem ela estava à espera de tomar os mesmos!
11 dezembro 2007
07 dezembro 2007
Vamos ajudar a Eduarda.
Transplante de medula óssea:
O que se nos pede é muito simples, basta ir das 9h00 às 17h00 do dia 16 de Dezembro, às instalações da Creche da Misericórdia de Gaia, sita na Rua Almeida Costa, N.º 151, em Devesas, para dar sangue.
Depois dessa data, poderá sempre fazê-lo no Hospital S. João.
Este é o texto que está no site da Eduarda:
A Eduarda tem 29 anos e uma Leucemia Mielóide Aguda - LMA. Para a vencer, precisa urgentemente de um transplante de medula óssea. Infelizmente, os familiares não são compatíveis! É por isso que a Eduarda precisa de si. Não custa nada, só lhe pedimos a sua solidariedade e que se inscreva no Banco de Dadores de Medula Óssea.
Fazer a diferença
Cada manhã, um escritor caminhava à beira-mar para se inspirar e à tarde ficava em casa a escrever. Certo dia, viu que uma criança que apanhava estrelas-do-mar na areia e, uma por uma, as colocava no mar. "Porque fazes isso?" - perguntou o escritor. "O senhor não está a ver! - explicou a criança - a maré está baixa e o sol está muito quente. As estrelinhas-do-mar vão secar e morrer se ficarem aqui na areia". O escritor espantou-se. "Existem milhares de praias neste mundo e milhões de estrelas-do-mar. Que diferença irá fazer? Tu salvas umas poucas, mas a maioria acaba por morrer". A criança parou a olhar para o escritor, mas instantes depois pegou noutra estrela-do-mar, colocou-a no mar e disse ao escritor: "A esta fiz diferença". E seguiu caminho continuando a sua "missão". Naquela noite o escritor não conseguiu dormir, e pela manhã voltou à praia ao encontro da criança. Uniu-se a ela e, juntos, começaram a devolver as estrelas-do-mar ao oceano.
Autor desconhecido
O que se nos pede é muito simples, basta ir das 9h00 às 17h00 do dia 16 de Dezembro, às instalações da Creche da Misericórdia de Gaia, sita na Rua Almeida Costa, N.º 151, em Devesas, para dar sangue.
Depois dessa data, poderá sempre fazê-lo no Hospital S. João.
Este é o texto que está no site da Eduarda:
A Eduarda tem 29 anos e uma Leucemia Mielóide Aguda - LMA. Para a vencer, precisa urgentemente de um transplante de medula óssea. Infelizmente, os familiares não são compatíveis! É por isso que a Eduarda precisa de si. Não custa nada, só lhe pedimos a sua solidariedade e que se inscreva no Banco de Dadores de Medula Óssea.
Fazer a diferença
Cada manhã, um escritor caminhava à beira-mar para se inspirar e à tarde ficava em casa a escrever. Certo dia, viu que uma criança que apanhava estrelas-do-mar na areia e, uma por uma, as colocava no mar. "Porque fazes isso?" - perguntou o escritor. "O senhor não está a ver! - explicou a criança - a maré está baixa e o sol está muito quente. As estrelinhas-do-mar vão secar e morrer se ficarem aqui na areia". O escritor espantou-se. "Existem milhares de praias neste mundo e milhões de estrelas-do-mar. Que diferença irá fazer? Tu salvas umas poucas, mas a maioria acaba por morrer". A criança parou a olhar para o escritor, mas instantes depois pegou noutra estrela-do-mar, colocou-a no mar e disse ao escritor: "A esta fiz diferença". E seguiu caminho continuando a sua "missão". Naquela noite o escritor não conseguiu dormir, e pela manhã voltou à praia ao encontro da criança. Uniu-se a ela e, juntos, começaram a devolver as estrelas-do-mar ao oceano.
Autor desconhecido
04 dezembro 2007
Doentita
Era o que mais me faltava... amanhã tenho que ir a Lisboa em trabalho, apanho o comboio à 6,45h e hoje a Pipoquinha ficou doente.
Está com 39,5º de febre e queixa-se de dores de garganta e nas pernas.
Estou à espera do médico, mas deve ser uma amigdalite.
Está com 39,5º de febre e queixa-se de dores de garganta e nas pernas.
Estou à espera do médico, mas deve ser uma amigdalite.
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